Perigo nas redes: Canetas emagrecedoras falsificadas circulam em farmácias e grupos online

Perigo nas redes: Canetas emagrecedoras falsificadas circulam em farmácias e grupos online

(Imagem reprodução internet)

Por Onipress News – Saúde e Bem-estar

O desejo de emagrecer com rapidez tem levado muitas mulheres a procurar alternativas aparentemente milagrosas — e perigosas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta urgente sobre a venda de canetas emagrecedoras falsificadas no Brasil, que vêm sendo encontradas não só em farmácias, mas também em redes sociais e grupos de mensagens.

O alvo dos golpistas é o medicamento Ozempic® (semaglutida), amplamente usado por celebridades e influenciadoras como auxiliar no controle do apetite e da glicose. A falsificação ocorre por meio da reutilização de canetas de insulina, que recebem adesivos com o nome do Ozempic®, enganando o consumidor.

Riscos graves à saúde

Mulheres que utilizam essas versões adulteradas estão expostas a riscos como hipoglicemia, reações alérgicas, infecções e até hospitalizações. Um caso recente no Rio de Janeiro terminou com uma mulher internada após usar uma caneta falsa adquirida em uma farmácia aparentemente confiável.

Como identificar um produto falsificado?
• A cor da caneta original é azul clara com botão cinza — fuja de canetas com botão laranja ou seletor com números fora do padrão.
• Preços muito baixos, embalagens rasuradas ou em outro idioma são sinais de alerta.
• Produtos oferecidos por vendedores no WhatsApp, Instagram ou grupos de Facebook têm grande chance de serem falsos e perigosos.

Autocuidado começa pela informação

O emagrecimento saudável precisa de acompanhamento médico, exames e planejamento. Não coloque sua saúde em risco por promessas rápidas de perda de peso. Lembre-se: sua saúde não é tendência — é prioridade.

Denuncie

Desconfie, denuncie e compartilhe a informação. Em caso de suspeita, contate o SAC da fabricante Novo Nordisk pelo 0800 014 4488 ou denuncie diretamente à Anvisa pelo sistema Vigimed.

Redação

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